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sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Importante...

Irritação e impaciência: Um dia de cada um...
Por Rosana Braga              


Todos nós temos dias difíceis, em que nos sentimos sem paciência e irritados. Por isso, diria que a irritação e a impaciência, quando ocasionais ou decorrentes de alguma fase complicada da vida, não é exatamente um problema. Talvez um alerta, um aviso de que a vida pode ser bem mais fácil se conseguirmos manter a calma e administrar melhor nossos impulsos.



Caso contrário, aqueles que vivem à beira de um ataque de nervos, tendem a repelir as pessoas e até a perder o contato com amigos e entes queridos. Afinal, são raros os que toleram por muito tempo e de forma espontânea pessoas mal humoradas, reclamonas, grosseiras e intolerantes. É realmente uma convivência desgastante.
Excessos à parte, penso que nos relacionamentos, o problema começa quando os dois estão sempre irritados e sem paciência ao mesmo tempo, nos mesmos dias. Ou seja, quando um não consegue manter o equilíbrio diante do desequilíbrio do outro. Mais ou menos assim: um não acorda bem. Está visivelmente irritado e mal humorado. O outro, se não estiver atento e consciente, tende a se deixar contaminar e, sem se dar conta, fica irritado e mal humorado também.

        Nem sabe por que. Ou talvez justifique seus sentimentos dizendo que foi o outro quem provocou. Mas isso não é exatamente uma verdade. Em última instância, cada um é responsável por seus próprios sentimentos. E quando nos observamos e refletimos sobre o que estamos sentindo, conseguimos perceber o que é nosso e o que não é. Conseguimos recuperar a noção de nossa realidade e lidar melhor com o que sentimos, como sentimos e por que sentimos.
Um dos grandes trunfos que você pode desenvolver no seu relacionamento é aprender a dar espaço ao outro e reconhecer que hoje não está sendo um dia fácil para ele. Neste dia, dê um crédito ao seu par. Decida fazer o contraponto e manter a calma. Decida-se por não se misturar com o que incomoda, com o que desestabiliza. Decida-se por se manter atento a si mesmo, ao que pensa, ao que fala e ao que sente. Mas, principalmente, ao que faz.

A ideia é que os dias fáceis sejam compartilhados e multiplicados, mas os dias difíceis sejam divididos. Um dia de cada um. Uma espécie de pacto da paz. Evitar, ao máximo, ficarem irritados e impacientes ao mesmo tempo. Quando um está sem paciência, o outro releva, compreende e dá um tempo até que os ânimos de acalmem.
Assim, como um time, em nome do amor e da boa convivência, maduros e conscientes, torna-se bem mais prazeroso se relacionar. E quando não for possível, tudo bem. Só a tentativa de dar um crédito ao outro no seu ‘bad day’ e a consideração de que existe essa possibilidade já pode fazer uma grande diferença. E de crédito em crédito, vocês só têm a ganhar!? 

Falando um pouco de relacionamentos(nosso tema constante), esta é um dica muito importante...Um precisa ajudar o outro, por isso PAR (parceria)!!! FICA A DICA!!!
Um grande abraço saudoso a todos os MEFanos, recomeçamos as atividades no início de março!!

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Mudando de perspectiva...

CASAMENTO NÃO É PARA VOCÊ!!!!


Estando casado apenas por um ano e meio, eu recentemente cheguei à conclusão de que casamento não é para mim.
Agora, antes que você comece a imaginar coisas, continue lendo.
Eu conheci minha esposa na escola, quando tínhamos 15 anos. Nós éramos amigos havia dez anos, até que…  até que decidimos que não queríamos ser apenas amigos. Eu recomendo fortemente que melhores amigos se apaixonem. Haverá bons tempos para todos.
No entanto, me apaixonar por minha melhor amiga não me impediu de ter certos medos e ansiedades sobre me casar. Quanto mais eu e Kim nos aproximamos da decisão de nos casarmos, mais eu fui tomado por um medo paralisante. Eu estava pronto? Eu estava fazendo a escolha correta? Kim era a pessoa certa para mim? Ela me faria feliz?
Então, certa noite, eu compartilhei esses pensamentos e preocupações com meu pai.
Talvez cada um de nós tenha momentos em nossas vidas em que parece que o tempo fica mais lento, ou o ar fica parado, e tudo ao nosso redor parece encolher, marcando aquele momento que você nunca vai esquecer.
Meu pai dando suas respostas às minhas preocupações foi um grande momento para mim. Com um sábio sorriso ele disse, “Você está sendo totalmente egoísta. Então eu vou simplificar as coisas: casamento não é para você. Você não se casa para ser feliz, você se casa para fazer alguém feliz. Mais que isso, seu casamento não é para você, você está casando para uma família. Não apenas para os parentes e todas essas besteiras, mas pelos seus futuros filhos. Quem você quer que te ajude a criá-los?  Quem você quer que os influencie? Casamento não é para você. Não é sobre você. Casamento é sobre a pessoa com quem você se casou.”
Foi nesse exato momento que eu soube que Kim era a pessoa certa para mim. Eu percebi que eu queria fazê-la feliz; vê-la sorrir todos os dias, vê-la gargalhar todos os dias. Eu queria ser parte da família dela, e a minha família queria que ela fosse parte da nossa. E lembrando de todas as vezes em que a vi brincando com meus sobrinhos, eu soube que ela era a pessoa com quem eu gostaria de construir nossa própria família.
O conselho de meu pai foi ao mesmo tempo chocante e revelador. Foi na contramão da “filosofia Walmart” de hoje, que é: se não te faz feliz, você pode devolver e pegar um novo.
Não, um verdadeiro casamento (e um verdadeiro amor) nunca é centrado em você. É centrado na pessoa que você ama – seus desejos, suas necessidades, suas esperanças, e seus sonhos. O egoísmo exige: “O que há aí para mim?”, enquanto o amor pergunta: “O que eu posso dar?”
Há algum tempo, minha esposa me mostrou o que é amar sem egoísmo. Por muitos meses, meu coração endureceu com uma mistura de medo e ressentimento. Então, quando a pressão chegou a um nível insuportável, as emoções explodiram. Eu era insensível. Eu era egoísta.
Mas, ao invés de se igualar ao meu egoísmo, Kim fez algo além do maravilhoso – ela mostrou um transbordamento de amor. Deixando toda a dor e angústia que eu havia causado, ela amorosamente me tomou em meus braços e acalmou minha alma.
Eu percebi que tinha esquecido o conselho do meu pai. Enquanto o lado de Kim no casamento tinha sido me amar, meu lado do casamento era só sobre mim. Essa terrível descoberta me levou às lágrimas, e eu prometi à minha esposa que iria tentar ser melhor.
Para todos que estão lendo esse texto – casados, quase casados, solteiros, ou mesmo solteirão ou solteirona – eu quero que você saiba que casamento não é para você. Nenhuma relação de amor verdadeiro é para você. O amor é para a pessoa que você ama.
E, paradoxalmente, quanto mais você verdadeiramente ama essa pessoa, mais você recebe. E não apenas dessa pessoa, mas dos amigos dela e da família dela e milhares de outras pessoas que você nunca teria conhecido se seu amor permanecesse egoísta.
Na verdade, amor e casamento não são para você. São para os outros.
Texto traduzido de autor desconhecido
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sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Todo o dia é o dia da FAMÍLIA!!


O VERDADEIRO VALOR DE UMA FAMÍLIA 
O valor de uma família não está na casa bonita, no dinheiro
no bolso, e nem na conta bancária.
O verdadeiro valor de uma família está no quanto
Se pode dar de amor, atenção e brilho no olhar.
Está no caminhar de mãos dadas, seguindo os mesmos
passos, trilhando a mesma estrada , afastando as
dificuldades e atraindo a prosperidade!
O valor de uma família não está nos belos presentes e
nem nos frascos de perfume mais cheirosos.
Mas sim na simplicidade do coração, nas palavras que
Saem da boca e consolam e acalmam as lágrimas de
Um ente querido mais sensível.
O valor de uma família não está na quantidade de
festas, nem no almoço regado a vinho.
O valor de uma verdadeira família está na tranquilidade
dos lares, na paz de todo dia, na compreensão e na
dedicação de cada um de seus parentes amados.
O valor de uma família não está nas maquiagens pesadas,
nos eletrodomésticos invejáveis, nem no carro do ano.
O valor de uma família, aquele valor que sustenta e
equilibra, está no exemplo e na educação dos filhos,
Na ternura dos coraçãos, no respeito ao próximo e na
vontade para se praticar a caridade, ajudando a quem
precisa de uma mão amiga.
O valor de uma família não está nas viagens internacionais.
nem nos passeios caríssimos.
Mas sim nos bons conselhos que servem para toda a
vida, nos abraços calorosos, no beijo dado com
afeto e nas almas que se entendem e compreendem todos
os dias.
Levando sempre os verdadeiros valores para a formação
de um ser humano melhor a cada dia!!

Autor: Antonio Marcos Pires    

      
Mensagem à Família

Na educação de nossos filhos

Todo exagero é negativo.
Responda-lhe, não o instrua.
Proteja-o, não o cubra.
Ajude-o, não o substitua.
Abrigue-o, não o esconda.
Ame-o, não o idolatre.
Acompanhe-o, não o leve.
Mostre-lhe o perigo, não o atemorize.
Inclua-o, não o isole.
Alimente suas esperanças, não as descarte.
Não exija que seja o melhor, peça-lhe para ser bom e dê exemplo.
Não o mime em demasia, rodeie-o de amor.
Não o mande estudar, prepare-lhe um clima de estudo.
Não fabrique um castelo para ele, vivam todos com naturalidade.
Não lhe ensine a ser, seja você como quer que ele seja.
Não lhe dedique a vida, vivam todos.
Lembre-se de que seu filho não o escuta, ele o olha.
E, finalmente, quando a gaiola do canário se quebrar, não compre outra...
Ensina-lhe a viver sem portas.

Autor: Eugênia Puebla  
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terça-feira, 17 de setembro de 2013

A COISA MAIS BELA DO MUNDO



Um célebre pintor, que tinha realizado vários trabalhos de grande beleza, convenceu-se, certo dia, de que ainda lhe faltava pintar a sua obra prima.
Em sua procura por motivo, numa poeirenta estrada, encontrou um idoso sacerdote que lhe perguntou para onde se dirigia.
Não sei, respondeu o pintor.
Quero pintar a coisa mais bela do mundo. Talvez que o senhor possa me orientar. 

É muito simples- disse o sacerdote 
- Em qualquer igreja ou crença você achará o que procura.
A fé é a mais bela coisa do mundo. 
Prosseguiu viagem o pintor.

Mais tarde, perguntou a uma jovem noiva se sabia qual a coisa mais bela do mundo.
O amor- respondeu ela.
- O amor torna os pobres em ricos, suaviza as lágrimas, faz muito do pouco. Sem amor, não há beleza. 


Continuou ainda o pintor a sua procura.
Um soldado exausto cruzou o seu caminho, e quando o pintor lhe fez a mesma pergunta, respondeu: 
A Paz é a mais bela coisa do mundo. A guerra a coisa mais feia. Onde você encontrar a paz, fique certo de que encontrará a beleza.

- Fé, Amor e Paz. 

Como poderei pintá-las? -pensou tristemente o artista. 
Meneando a cabeça desanimado, tomou o rumo de casa. 

Ao entrar em sua própria casa, deu com a coisa mais bela do mundo. 
Nos olhos dos filhos estava a Fé.

O Amor brilhava no sorriso de sua esposa. 
E aqui,em seu lar, havia a Paz de que lhe falara o soldado.
Realizou assim o pintor o quadro 
"A coisa mais bela do mundo". 
E, terminando-o, chamou-lhe 
"LAR". 

(Autoria: Goodwin) 

Queridos MEFeanos...
A maior busca que se faz no MEF é, realmente,
pela FÉ, AMOR e PAZ!!!

Não existe quadro mais perfeito e mais lindo do que a nossa FAMÍLIA!!!!

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quinta-feira, 27 de junho de 2013

Pensando nos grupos que estão se formando...



A Lição do Fogo


Um membro de um determinado grupo, sem nenhum aviso, deixou de participar de suas atividades. Após algumas semanas, o líder daquele grupo decidiu visitá-lo.
Era uma noite muito fria. O líder encontrou o homem em casa sozinho, sentado diante da lareira, onde ardia um fogo brilhante e acolhedor. Adivinhando a razão da visita, o homem deu as boas-vindas ao líder, conduziu-o a uma grande cadeira perto da lareira e ficou quieto, esperando a óbvia pergunta. O líder acomodou-se confortavelmente no local indicado, mas não disse nada.

No silêncio sério que se formara, apenas contemplavam a dança das chamas em torno das achas de lenha que ardiam. Após alguns minutos, o líder examinou as brasas que se formaram. Cuidadosamente, selecionou uma delas, a mais incandescente de todas, empurrando-a para o lado. Voltou então a sentar-se, permanecendo silencioso e imóvel. O anfitrião prestava atenção a tudo, fascinado e quieto.
Aos poucos, a chama da brasa solitária diminuía, até que houve um brilho intenso e momentâneo e seu fogo apagou-se de vez. Em pouco tempo o que antes era uma festa de calor e luz, agora não passava de um negro, frio e morto pedaço de carvão recoberto de uma espessa camada de fuligem acinzentada.

Nenhuma palavra tinha sido dita desde o protocolar cumprimento inicial entre os dois amigos. O líder, antes de se preparar para sair, manipulou novamente o carvão frio e inútil, colocando-o de volta no meio do fogo. Quase que imediatamente ele tornou a incandescer, alimentado pela luz e calor das brasas ardentes em torno dele.
Quando o líder alcançou a porta para partir, seu anfitrião disse:
- Obrigado. Por sua visita e pela belíssima e silenciosa lição. Estou voltando ao convívio do grupo.
(Autoria desconhecida)    

   
Juntos somos mais!!!!!

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terça-feira, 5 de março de 2013

O Nó do Afeto...

            A diretora de uma escola ressaltava a importância da presença dos pais na vida dos filhos. Educadora experiente e sensível, ela dizia entender que, embora a maioria dos pais e mães daquela comunidade trabalhasse fora, deveriam achar um tempinho para se dedicar mais às crianças. O desenvolvimento delas, em todos os sentidos, dependia muito da presença afetiva dos pais que, se não podia ser em quantidade, devia ser em qualidade.

             E perguntou: que tipo de contato efetivo e afetivo vocês tem com seus filhos ao longo da semana? Quanto tempo dedicam, de verdade, a estar com eles, conversar com eles, ouvi-los, conhecê-los?

            Um homem, então, levantou a mão e pediu licença para falar. A pele marcada por rugas precoces, as mãos grossas e cheias de calos já falavam da rudeza do seu trabalho, da dureza da sua vida.

           Com um jeito simples e humilde, o homem disse que era pedreiro e realmente não tinha muito tempo nem de falar com o filho, nem de vê-lo durante a semana. Quando saía para trabalhar, era muito cedo e o menino ainda estava dormindo. Quando voltava do serviço, já era muito tarde e o garoto não estava mais acordado. 




            Explicou, então, que havia combinado com o filho um modo dele saber que todas as noites, quando chegava do trabalho, ele ia à sua cama, o beijava e abençoava enquanto dormia. Para que soubesse da sua presença, dava um nó na ponta do lençol que o cobria. Isso acontecia religiosamente, todas as noites. Quando o menino acordava e via o nó, sabia que o pai tinha estado ali e o havia beijado e abençoado. De segunda a sexta feira aquele nó era o meio de comunicação entre eles. Nos finais de semana matavam as saudades através de coisas também simples, como um café da manhã compartilhado à mesa, um passeio no parque, um jogo de futebol.

            O homem terminou de falar e sentou-se, em meio a um silêncio emocionado. 

            A diretora emocionou-se mais ainda quando minha colega lhe disse que aquele garoto era seu aluno e, mais, era um dos melhores alunos da escola, além de um dos mais alegres.

            Na sua casa, provavelmente bem simples, onde faltavam certamente tantas coisas, o essencial estava sempre presente, em especial na figura daquele pai, aparentemente ausente.

            No rolo compressor da sociedade de consumo, com sucessivas datas comemorativas nas quais somos induzidos a dar e receber presentes, fico pensando sobre as muitas maneiras das pessoas se fazerem presentes, de se comunicarem umas com as outras. Aquele pai encontrou a sua, simples como ele, mas eficiente. E o mais importante, o filho recebia, através daquele nó, todo o afeto que o pai podia lhe oferecer naquele momento e circunstância.

            Por vezes, nos importamos tanto com a forma de dizer as coisas e esquecemos o principal, que é a comunicação através dos sentimentos; simples gestos como um beijo e um nó na ponta do lençol, valiam, para aquele filho, muito mais do que presentes ou desculpas vazias. 





            É válido que nos preocupemos em estar com as pessoas, em especial em momentos festivos, como Natal, Dia das Mães, dos Pais, das crianças, mas o mais importante é que elas saibam, que elas sintam que fazemos isso por amor, mesmo quando não podemos estar tão presentes ou dar os presentes que gostaríamos.

           Segundo os teóricos, para que haja comunicação é preciso uma mensagem, um transmissor e um receptor. Mas para haver um “contato” amoroso tanto faz ser o telefone, um computador, ou coisas bem simples como uma palavra, um bilhete, um recado, ou um nó na ponta de um lençol... o que importa é que as pessoas "ouçam" a linguagem do coração, pois, em matéria de afeto, os sentimentos são mais poderosos e eficientes que qualquer teoria ou tecnologia.

           Na linguagem do afeto, do coração, transmissor e receptor estão sempre em contato.

           E para sempre...

          Tudo isso me faz lembrar uma cena da minha infância que, provavelmente, está na lembrança da infância de muita gente. Eu era menino, moleque de rua, numa época em que ser moleque e brincar na rua eram as coisas mais saudáveis do mundo. Invariavelmente chegava em casa com um joelho esfolado, um cotovelo ralado, um galo na cabeça. Choramingando, ia até minha mãe e me aninhava no seu colo. Ela passava a mão em meus cabelos, me apertava em seu abraço e perguntava: dói aqui? E em seguida beijava o lugar dolorido.





          Nunca houve remédio mais eficaz para curar minhas dores de menino.

          Um beijo, um abraço, revestidos do mais puro afeto, curam dor de cabeça, arranhão no joelho, medo de escuro, medo do futuro...

          As pessoas podem não entender o significado de muitas palavras, mas sabem registrar um gesto de amor. Mesmo que esse gesto seja apenas um beijo, um abraço ou um nó... um nó cheio de afeto e carinho.

          Um nó de amor...

           Deus, ao nos enviar seu filho, que se identifica e se faz presente em todo e qualquer ser humano, a começar dos mais simples, dos mais pobres, dos mais excluídos, deu um nó na ponta do lençol da nossa História.

           Quando “acordamos” e vemos, no olhar do outro, o nó amoroso de Deus, nos sabemos “laçados”, amados, cuidados, abençoados.

           E para sempre...


Autor desconhecido







E ai?? Já deu seu nó hoje??? 

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sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Lindo...

PARA TODAS AQUELAS PESSOAS QUE DECIDEM ENCARAR A DELICIOSA, DESAFIANTE E ETERNA AVENTURA DE TER FILHOS...

"Nós estamos sentadas, almoçando, quando minha filha casualmente menciona que ela e seu marido estão pensando em “começar uma família”.

— Nós estamos fazendo uma pesquisa — ela diz, meio de brincadeira. — Você acha que eu deveria ter um bebê?

— Vai mudar a sua vida — eu digo, cuidadosamente, mantendo meu tom neutro.

— Eu sei — ela diz. — Nada de dormir até tarde nos finais de semana, nada de férias espontâneas…

Mas não foi nada disso que eu quis dizer. Eu olho para a minha filha tentando decidir o que dizer a ela. Eu quero que ela saiba o que ela nunca vai aprender no curso de pais . Eu quero lhe dizer que as feridas físicas ou psicológicas de receber uma criança como filho irão se curar, mas que tornar-se mãe deixará uma ferida emocional tão exposta que ela estará para sempre vulnerável.
 

Eu penso em alertá-la que ela nunca mais vai ler um jornal sem se perguntar: “E se tivesse sido o MEU filho?”; que cada acidente de avião, cada incêndio irá lhe assombrar; que quando ela vir fotos de crianças morrendo de fome, ela se perguntará se algo poderia ser pior do que ver seu filho morrer.

Olho para suas unhas com a manicure impecável, seu terno estiloso e penso que não importa o quão sofisticada ela seja, tornar-se mãe irá reduzí-la ao nível primitivo da ursa que protege seu filhote; que um grito urgente de “Mãe!” fará com que ela derrube um suflê na sua melhor louça sem hesitar nem por um instante.

Eu sinto que deveria avisá-la que não importa quantos anos investiu em sua carreira, ela será arrancada dos trilhos profissionais pela maternidade. Ela pode conseguir uma escolinha, mas um belo dia entrará numa importante reunião de negócios e pensará no cheiro do seu filho. Ela vai ter que usar cada milímetro de sua disciplina para evitar sair correndo para casa, apenas para ter certeza de que ele está bem.
 

Eu quero que a minha filha saiba que decisões do dia a dia não mais serão rotina; que a decisão de um menino de 5 anos de ir ao banheiro masculino, ao invés do feminino, na lancheria, se tornará um enorme dilema; que ali mesmo, em meio às bandejas barulhentas, questões de independência e gênero serão pensadas contra a possibilidade de que um molestador de crianças possa estar observando no banheiro.

Não importa o quão assertiva ela seja no escritório, se questionará constantemente como mãe.

Olhando para minha atraente filha, eu quero assegurá-la de que o peso da gravidez ela perderá eventualmente, bem como esquecerá facilmente a ansiedade da espera se o filho vir pela adoção, mas que jamais se sentirá a mesma sobre si mesma; que a vida dela, hoje tão importante, será de menor valor quando ela tiver um filho; que ela a daria num segundo para salvar sua cria — mas que também começará a desejar mais anos de vida, não para realizar seus próprios sonhos, mas para ver seus filhos realizarem os deles.

Eu quero que ela saiba que a cicatriz de uma cesárea ou estrias, as olheiras pelas noites mal dormidas, se tornarão medalhas de honra.

O relacionamento de minha filha com seu marido irá mudar, mas não da forma como ela pensa. Eu queria que ela entendesse o quanto mais se pode amar um homem que tem cuidado ao passar pomadinhas num bebê ou que nunca hesita em brincar com seu filho. Eu acho que ela deveria saber que ela se apaixonará por ele novamente por razões que hoje ela acharia nada românticas.
 

Eu gostaria que minha filha pudesse perceber a conexão que ela sentirá com as mulheres que, através da história, tentaram acabar com as guerras, o preconceito e com os motoristas bêbados.

Eu espero que ela possa entender por que eu posso pensar racionalmente sobre a maioria das coisas, mas que me torno temporariamente insana quando discuto a ameaça da guerra nuclear para o futuro dos meus filhos.

Eu quero descrever para minha filha a enorme emoção de ver seu filho aprender a andar de bicicleta.

Quero mostrar a ela a gargalhada gostosa de um bebê que está tocando o pelo macio de um cachorro ou gato pela primeira vez. Quero que ela prove a alegria que, de tão real, chega a doer.

O olhar de estranheza da minha filha me faz perceber que tenho lágrimas nos olhos.

— Você jamais se arrependerá — digo finalmente. Então estico minha mão sobre a mesa, aperto-lhe a mão e faço uma prece silenciosa por ela e por mim e por todas as mulheres meramente mortais que encontraram em seu caminho esse que é o mais maravilhoso dos chamados; esse presente abençoado de Deus, que é tornar-se mãe."
 

(infelizmente, autor desconhecido)

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terça-feira, 6 de novembro de 2012

Amor, Simples Assim...





Não há amor sem renúncia, sem abertura do coração.
Não esperes pelo amor.

Vai ao seu encontro.

Interroga-te acerca das tuas verdadeiras razões de amar, antes de acusar os outros.

Somos muitas vezes, infelizmente, a causa das nossas próprias desgraças.
Ilumina as tuas motivações profundas e regressarás trazendo uma nova riqueza.
Todo o ser humano é digno do amor.
Acolhe-o com simplicidade, como acolherias o céu, o sol, ou o movimento das nuvens.
Aprende a leveza no amor, sem ficar assustado com a sua profundidade.

(Dugpa Rinpoché)


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quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Pastel, Guaraná e DEUS!!!



Havia um pequeno menino que queria se encontrar com Deus.
Ele sabia que tinha um longo caminho pela frente, portanto ele encheu sua mochila com pasteis e guaraná, e começou sua caminhada.

Quando ele andou umas 3 quadras, encontrou um velhinho sentando em um
banco da praça olhando os pássaros.
O menino sentou-se junto dele , abriu sua mochila , e ia tomar um gole de guaraná,
quando olhou o velhinho e viu que ele estava com fome, então ofereceu-lhe um pastel.


O velhinho muito agradecido aceitou e sorriu ao menino. Seu sorriso era tão incrível que o menino quis ver de novo, então ele ofereceu-lhe seu guaraná.

Mais uma vez o velhinho sorriu ao menino. O menino estava muito feliz e eles ficaram sentados ali sorrindo, comendo pastel e bebendo guaraná pelo resto da tarde sem falarem um ao outro.

Quando começou a escurecer o menino estava cansado e resolveu voltar para casa, mas antes de sair ele se voltou e deu um grande abraço no velhinho.


O velhinho deu-lhe o maior sorriso que o menino já havia recebido.

Quando o menino entrou em casa, sua mãe surpresa perguntou ao ver a felicidade estampada em sua face.

"O que você fez hoje que te deixou tão feliz? Ele respondeu.

"Passei a tarde com Deus" e acrescentou
"Você sabe, ele tem o mais lindo sorriso que eu jamais vi"

Enquanto isso, o velhinho chegou em casa radiante, e seu filho perguntou:
"Por onde você esteve que te deixou tão feliz?"
Ele respondeu:
"Comi pastéis e tomei guaraná no parque com Deus".
Antes que seu filho pudesse dizer algo ele falou:
"Você sabe que ele é bem mais jovem do que eu pensava?"

Nunca subestime a força de um sorriso, o poder de uma palavra, de um ouvido para ouvir, um honesto elogio, ou até um ato de carinho.
Tudo isso tem o potencial de fazer virar uma vida.
Por medo de diminuir deixamos de crescer.
Por medo de chorar deixamos de sorrir!!!"
MEFEANOS:
Sejamos, sempre, o sorriso de Deus!!!!

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